PENSADOR........

Eu descobri Que ser grande é poder sempre fazer coisas pequenas Que ser grande é nao desistir quando as coisas ficam difíceis Que ser grande é ter humor para enfrentar os desafios Que ser grande é simplificar as coisa complicadas Ser grande não é enconstar no teto com as mãos e sim os outros com a alma Ter coragem e saber que o medo nao é um conselheiro... Ser grande é ser pequeno no tamanho e grande na vontade Por isso eu penso sempre... Insista, persista e nunca desista!

WINTER LIGHT- MUSICA TEMA DO FILME O JARDIM SECRETO...ADORO ESSE FILME TÃO LINDO.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

GATOS

Bichos polêmicos sem o querer, porque sábios, mas inquietantes, talvez por isso.
Nada é mais incômodo que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece.
O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor. Só as saudáveis.
Lembrei, então, de dizer, dos gatos, o que a observação de alguns anos me deu. Quem sabe, talvez, ocorra o milagre de iluminar um coração a eles fechado? Quem sabe, entendendo-os melhor, estabelece-se um grau de compreensão, uma possibilidade de luz e vida onde há ódio e temor? Quem sabe São Francisco de Assis não está por trás do Mago Merlin, soprando-me o artigo?
Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança a valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Ele só aceita uma relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de arrogante, egoísta, safado, espertalhão ou falso.
"Falso", porque não aceita a nossa falsidade com ele e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e ele o dá se quiser.

O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é espelho. O gato é zen. O gato é Tao. Ele conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer.
Exigente com quem ama, mas só depois de muito certificar-se. Não pede amor, mas se lhe dá, então ele exige.
Sim, o gato não pede amor. Nem depende dele. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês.
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós). Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, ele se afasta. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele não está ali". Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge portátil à disposição de quem o saiba perceber.
Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.
O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato!
Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.
O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo.

Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.
O gato é uma chance de interiorização e sabedoria posta pelo mistério à disposição do homem."


Artur da Távola

terça-feira, 24 de maio de 2011

ANGEL

O gato Oscar



Oscar parece ter uma habilidade inata para prever qual paciente em um asilo na cidade de Providence (EUA) vai morrer, ao se aconchegar próximos deles durante suas horas finais. Sua precisão foi observada em 25 casos e levou a equipe a chamar membros da família assim que ele escolhe alguém. Normalmente significa que pessoa tem menos do que quatro horas.

“Ele não comete muitos erros. Ele parece entender quando os pacientes estão para morrer”, disse Dr. David Dosa em uma entrevista. Ele descreve o fenômeno em um artigo para o New England Journal of Medicine.

“Muitos membros familiares se consolam com isso. Eles estimam a companhia que o gato dá ao seu parente que está morrendo”, disse Dosa, geriatra e professor assistente na Universidade de Brown .

O gato de dois anos foi adotado quando filhote e cresceu no terceiro andar a unidade de demência no asilo Steere House Nursing and Rehabilitation Center. O local trata pessoas com Alzheimer, Parkinson e outras doenças.

Depois de seis meses a equipe notou que Oscar criava suas próprias rondas, assim como médicos e enfermeiros. Ele cheira e observa os pacientes, então senta ao lado de pessoas que morrerão em algumas horas.

Dosa diz que Oscar parece levar seu trabalho a sério e é geralmente reservado. “Esse gato não é amigável com as pessoas”, ele disse.

Oscar é melhor ao prever a morte do que as pessoas que trabalham lá, disse a Dra. Joan Teno da Universidade de Brown, que trata pacientes no asilo e é especialista em tratar pacientes em estado terminal.

Ela estava convencida do talento de Oscar quando ele fez sua 13ª previsão correta. Enquanto observada um paciente, Teno disse ter percebido que a mulher não estava comendo, respirava com dificuldade e suas pernas estavam azuladas, sinais que comumente indicam que a morte está próxima.

Mas Oscar não queria ficar no quarto, portanto Teno achou que o gato não “funcionava” mais. Porém ocorreu que a previsão da médica estava dez horas adiantada. Em tempo, durante as horas finais do paciente, as enfermeiras disseram para ela que Oscar juntou-se à mulher ficando ao seu lado.

Os médicos disseram que a maioria das pessoas que recebem a visita do doce gato cinza e branco estão tão doentes que possivelmente não sabem que ele está ali, portanto não ficam conscientes dos seus destinos. A maioria das famílias fica agradecida pelo aviso, porém uma pessoa quis que Oscar saísse do recinto enquanto o familiar morria. Quando Oscar foi retirado ele andou e miou descontente.

Ninguém está certo se o comportamento de Oscar é cientificamente significante ou aponta para alguma causa. Teno imagina se o gato não notaria aromas específicos no ar ou algo no comportamento dos enfermeiros que o criaram.

Nicholas Dodma, que dirige uma clínica de comportamento animal na Tufts University Cummings School of Veterinary Medicine e leu o artigo de Dosa disse que a única maneira de saber seria documentar cuidadosamente como Oscar divide seu tempo entre os vivos e os moribundos.

Se Oscar é realmente um ceifador peludo pode ser que seu comportamento seja guiado por prazeres egoístas como um cobertor aquecido que é colocado na pessoa moribunda, disse Dodman.

A equipe do asilo não está preocupada em explicar o comportamento do gato enquanto ele continuar dando às famílias uma chance melhor de dar adeus aos seus parentes.

Oscar recentemente recebeu uma placa na parece do local homenageando-o por sua “compaixão e cuidados hospitaleiros”.

Fonte: TecnoCientista
BORBOLETAS

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de
 se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar
 não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
 Mário Quintana

domingo, 11 de maio de 2008

almoço dia das mães..

eu e bia, minha irmã mais nova...
3 GERAÇÕES, NETA, EU E MAMIS..

MANDY, MINHA IRMÃ E MAMIS.....

FOTOS DO ALMOÇO DO DIAS DAS MÃES NO ALAMEDA BEEF STREET. COM DIREITO AO ROGINHO MEU IRMÃO TOCANDO PIANO.....FOI MUITO BOMMMMMMMMM

DIAS DAS MÃES